domingo, 25 de janeiro de 2015

Prefeituras mineiras criam taxistas fantasmas

25/01/2015 08:45 - Atualizado em 25/01/2015 08:45


Ezequiel Fagundes - Hoje em Dia



Ricardo Bastos/Hoje em Dia
Em Belo Vale, oficial do Fórum da cidade circula em um táxi registrado no nome do marido dela
Em Belo Vale, oficial do Fórum da cidade circula em um táxi registrado no nome do marido dela

A concessão indiscriminada de placas vermelhas no interior de Minas Gerais fez surgir um novo personagem na praça: o taxista fantasma. Sem qualquer tipo de licitação pública, as prefeituras distribuem permissões de táxi a particulares que, na realidade, estariam interessados somente na facilidade para adquirir veículos novos, pagando preços bem mais camaradas.
 
Pela legislação, quem trabalha como taxista é prestador de serviço e tem isenções de Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI), o que permite comprar um veículo zero quilômetro com até 28% de desconto. Além disso, o motorista de táxi não precisa desembolsar nem um centavo com o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA). 
 
Como os carros não são efetivamente utilizados na prestação do serviço público, Estado e União vêm registrando prejuízos financeiros incalculáveis ao longo dos anos com a burla da legislação.
Critério político
 
De acordo com a Polícia Civil, quase 31 mil táxis estão aptos a rodar nas 853 cidades do Estado. Mas, graças ao critério político para a distribuição das placas, Minas possui cidades com média de táxi superior à do Rio de Janeiro, principal destino turístico do país e um dos mais conhecidos do mundo. 
 
Sem regulamentação, carros que deveriam transportar passageiros foram parar nas mãos de familiares de políticos, servidores do Judiciário, comerciantes, funcionários de Câmaras Municipais e empresários. Com 10 mil habitantes, São Gonçalo do Rio Abaixo, na região Central de Minas, tem 67 táxis cadastrados, média de um veículo para cada grupo de 149 passageiros. 
 
Para se ter noção do exagero, a Cidade Maravilhosa disponibiliza um “amarelinho” para 198 habitantes.  O recomendado, segundo especialistas em transporte urbano, é um táxi para cada grupo de 300 pessoas. Apesar da quantidade expressiva de concessões, o movimento no ponto principal da pequena São Gonçalo do Rio Abaixo é restrito a poucos taxistas, conforme o Hoje em Dia constatou na última semana. 
 
Ironia
 
Quem realmente trabalha no ramo ironiza a inusitada situação da frota do município da região Central de Minas. Entre os relatos, o mais comum é de que a enxurrada de placas vermelhas acaba prejudicando a imagem da categoria profissional. Por outro lado, com o enfraquecimento da concorrência, não existe reclamação ou disputa por passageiros.
 
Exemplo
 
Um exemplo de uso indevido de concessão de táxi envolve os familiares do ex-presidente da Câmara Municipal de São Gonçalo do Rio Abaixo Marlon Pessoa Costa (PPS), atualmente na Secretaria de Esportes.  O irmão de Marlon Costa, o comerciante Eduardo Pessoa Costa, não roda na praça, mas desfila pelas ruas a bordo de um Chevrolet Cruze com placa vermelha. O sedã custa entre R$ 60 mil e R$ 80 mil no mercado de veículos novos.
Taxista e funcionária da Câmara Municipal ao mesmo tempo
 
Taxista e funcionários da Câmara Municipal ao mesmo tempo
 
Ainda em São Gonçalo do Rio Abaixo, a servidora da Câmara Municipal Juliana Rosária Silveira, namorada do irmão do ex-vereador Marlon Pessoa Costa (PPS), tem registrado em seu nome um táxi Chevrolet Astra avaliado em aproximadamente R$ 50 mil. 
 
Curiosamente, Juliana bate o ponto todos os dias no prédio da Câmara, onde dá expediente de 8h às 17h. “Presto o serviço (de taxista) de vez em quando”, afirmou a servidora em entrevista gravada, antes de encerrar a ligação telefônica. 
 
O carro dela, no entanto, fica frequentemente estacionado na garagem dos familiares de Marlon, no Centro de São Gonçalo do Rio Abaixo.
 
Com trajetória polêmica, o ex-vereador já enfrentou sérios problemas relacionado aos táxis da cidade. 
Em 2011, no cargo de presidente do Legislativo municipal, passou uma longa temporada na cadeia acusado de chefiar um esquema de desvio de dinheiro da Casa por meio de notas frias de prestação de serviços de táxi. O caso ficou conhecido entre os investigadores como “Golpe da Angélica”, conforme noticiado pelo Hoje em Dia.
 
No ano seguinte, acabou reeleito, mas devido a uma recontagem dos votos não tomou posse. Mesmo assim, Marlon mantém influência política na cidade. Atualmente, é chefe de setor na Secretaria Municipal de Esportes.
Em entrevista, ele admitiu que os irmãos não são taxistas. 
 
“Não teve influência política, nunca fui prefeito. Hoje temos poucos taxistas na cidade. Existe uma cultura de doação de placas há vários anos”.
 
Em Belo Vale, até membro do Judiciário ganha concessão
 
Em Belo Vale, cidade com 7.800 habitantes na região Central de Minas, a média é de um táxi para 190 passageiros. Comerciante bem-sucedido, Autair Ribeiro é dono de lojas de roupas e de um hotel. Nem por isso abre mão da placa vermelha. Recentemente, comprou um Fiat Linea Absolute. Zero quilômetro, o automóvel custa entre R$ 60 mil e R$ 70 mil. O comerciante alegou em entrevista que não fará corridas até o carro ser emplacado. 
 
Oficial de apoio do Fórum da cidade, Rita Braga usa um Fiat Idea avaliado entre R$ 35 mil e R$ 50 mil. O veículo está registrado no nome do marido dela, Maksuel Braga, membro de tradicional família da cidade. 
 
Em entrevista gravada por telefone, a servidora pública declarou: “Não é só taxista que possui carro com placa vermelha. Se tem alguma irregularidade a responsabilidade é da prefeitura, que concede a permissão”. Em seguida, emendou: “Uso o carro, mas ele não está em meu nome. E o verdadeiro dono nem mora aqui. Ele tem outro emprego fora da cidade. Ou você acha que é possível sobreviver trabalhando como taxista em Belo Vale?”, questionou.
 
Noiva dos Cordeiros
 
Já o agricultor Arodi Fernandes, irmão da vereadora Rosa da Noiva dos Cordeiros (PDT), tem um Palio Weekend avaliado entre R$ 50 mil e R$ 60 mil. Rosa alegou que o carro faz o transporte de moradores do distrito rural Noiva dos Cordeiros, reduto eleitoral da parlamentar. 
 
Espécie de subprefeita local, Rosa mora ao lado do irmão em uma casa com amplo espaço de convivência, banheiro químico e orelhão. “Não tenho nada a ver com o táxi. O carro está no nome do Arodi. Mas entendo que a cidade tem poucos táxis”, resumiu.
 
Investigação
 
Por meio de nota, a Prefeitura de São Gonçalo do Rio Abaixo prometeu instaurar uma sindicância para investigar irregularidades nas concessões de placas de táxis. Já a Prefeitura de Belo Vale informou, via assessoria, que não vai se manifestar a respeito.

sábado, 24 de janeiro de 2015

10 Incríveis Benefícios da Alface


A alface é um dos alimentos mais saudáveis que existem no planeta. Esse vegetal folhudo e verde nos traz vários benefícios ao ser consumido, tais como normalizar os níveis de açúcar no sangue, combater inflamações, reduzir riscos de doenças cardíacas e ajudar na perda de peso. Existem muitas variedades de alface, e as mais conhecidas são: alface romana, alface lisa, alface americana (crespa) e alface iceberg.
 
 
A alface romana (foto) contém duas vezes mais proteína, três vezes mais vitamina K, quatro vezes mais ferro, oito vezes mais vitamina C edezessete vezes mais vitamina A do que a alface iceberg. Escolha a alface romana sempre que puder para beneficiar-se de tudo o que ela oferece. Além disso, nenhuma salada está completa sem algumas folhas deste delicioso vegetal.
 
1) Não exige grandes preparos - A alface é quase sempre consumida crua, o que proporciona mais micronutrientes do que se dissolveriam se ela fosse cozida. Apenas certifique-se de que ela está muito bem limpa, lavando-as bem para retirar possíveis bactérias e substâncias químicas.  
 
2) Faz bem ao coração - A alface romana é considerada um dos alimentos mais saudáveis que você pode consumir. É uma rica fonte de vitamina C e betacaroteno, que auxiliam a baixar a pressão sanguínea, combatem placas de gordura próximas ao coração, reduzindo os riscos de problemas cardíacos.
 
3) Ajuda a promover a perda de peso - O alto teor de fibras contido neste vegetal folhudo ajuda a promover uma digestão saudável e na perda de peso. A alface tem ambém a qualidade de fazer-nos sentir satisfeitos, eliminando aquelas pontadas de fome no meio da noite.
 
4) Conteúdo calórico baixo - Uma xícara de alface iceberg picada (sempre com as mãos, jamais com faca) contém aproximadamente 15 calorias e zero gordura. O baixo teor calórico a torna ideal para beliscar entre as refeições ou sempre que você sentir um pouco de fome. 
 
5) Combate a insônia - Uma tigela com a crocante alface iceberg (foto) pode ajudar você a pegar no sono com muito mais facilidade à noite. Alface contém niacina, que está envolvida na síntese de serotonina. Bons sonhos.
 
6) Grande fonte de proteína - A alface romana é 20% proteína, ideal para refazer tecidos musculares danificados e prevenir inflamações. Você pode aumentar o consumo de proteína comendo alface romana com feijão, carne e laticínios.
 
7) Baixo índice glicêmico - O índice glicêmico é uma medida que leva em conta alimentos com carboidratos e seu impacto nos níveis de aç[ucar no sangue. Alimentos com baixo teor glicêmico reduzem significativamente o risco de diabete 2, AVC e problemas cardiovasculares. A alface contém índice glicêmico inferior a 15.
 
 
 
8) É saborosa -  O sabor da alface faz com que ela seja uma "beliscada" refrescante durante os dias quentes do verão, quando ficamos um tanto desidratados. Alface pode realãr o sabor de um sanduíche de peru, frango ou atum. Resumo: alface tem gosto muito bom.
 
9) Rica em Ômega 3 - A alface romana tem um fenomenal índice de 1:2 de ômega-3 para ácidos graxos ômega-6, o que auxilia no tratamento de doenças como artrite reumatoide, Mal de Alzheimer e asma. Os ácidos graxos também previnem a formação de coágulos no sangue e promove um coração saudável.
 
10) Alface ajuda o organismo a ficar alcalino - Os minerais alcalinos contidos na alface ajudam a eliminar as perigosas toxinas do seu organismo, melhoram a memória, limpam os poros da pele e dão um "up" no seu ânimo, quando você se sente sonolento.
 

O cheiro da corrupção


Manoel Hygino
Manoel Hygino
mhygino@hojeemdia.com.br

24/01/2015
Em termos de corrupção, nada mais pode assustar o cidadão deste país. Com o mensalão, poder-se-ia supor que se alcançara o ápice das falcatruas em âmbito político. Nada disso. Muito mais veio à frente, enquanto o ministro Joaquim Barbosa, relator da AP 470 e presidente do STF, se viu considerado persona non grata, e efetivamente o era para os que cuspiram no prato em que comeram.

Ser honesto no país se tornou afrontoso. É se erguer contra os crimes que se cometem contra o patrimônio público, contra o erário, contra o cidadão, mantenedor das instituições. Ao deixar o Supremo, o mineiro de Paracatu quase sofreu impedimento de exercer a advocacia, por iniciativa da sua própria corporação.

Depois, surgiu o petrolão, uma novela sem fim previsto, tal a envergadura do assalto à maior empresa do país, que ajudamos a fundar há décadas. Tornada vulnerável à voracidade de maus brasileiros à frente dos negócios, não a honraram. Pelo contrário.

Quantos são os casos de corrupção? Quantos se viram envolvidos nos negócios escusos e desonestos? Quantas investigações se realizaram ou são ora realizadas? Quantos pagaram pelos atos de improbidade? Quantas demissões se fizeram em cargos na administração ou quantos ressarciram os danos? Quantos foram para a cadeia?

A verdade nua e crua é diferente. O petrolão é um crime de lesa-pátria. Mas, há também os de menor monta, os dos pequenos gatunos, os das instâncias inferiores da administração, inclusive municipal. As apurações do Ministério Público em Minas, no que tange à farra em prefeituras do interior, apontam dezenas de pessoas comprometidas em abusos e muitos milhões desviados de seus objetivos essenciais.

Até quando o cidadão digno e trabalhador terá de esforçar-se e sacrificar-se para manter a máquina ineficiente e onerosa, sem nela encontrar resposta a suas necessidades, sobretudo no caso da saúde, da segurança e da educação? A ineficiência no serviço público é motivo de chacota, desespero e revolta.

Enquanto isso, milhões são gastos em despesas desnecessárias, viagens supostamente a trabalho, mesmo ao exterior, como já apurado e comprovado. Todos os meios são utilizados para mascarar ou camuflar dispêndios, para os quais se conta também com ajuda eficiente dos cartões corporativos.

O mensalão e o petrolão são espelho de uma nação que despreza o que outrora foi bom e paradigma. E o cidadão pratica a lição do “cada um por si e Deus por todos”, por não confiar na autoridade, mesmo aquela que ajudou a eleger. Das licitações para obras públicas, se pode ter um desenho na historieta contada pelo advogado, poeta e professor José Luiz Rodrigues.

Ele descreve: Um prefeito do interior deste Brasil solicitou orçamento a um engenheiro japonês para uma obra no seu município. O japonês disse que faria a obra por 3 milhões de reais. Fez a mesma solicitação a um engenheiro americano. Este disse que faria o serviço por 6 milhões de reais.

Não satisfeito, o prefeito procurou um engenheiro brasileiro. O doutor disse que o seu valor seria de 9 milhões de reais. O prefeito considerou absurdo o orçamento do patrício. Então o conterrâneo explicou: – Dos 9 milhões eu tiro 3 milhões para você, 3 milhões para mim, e fazemos o serviço com o japonês.

Aprovar ou não o orçamento é o dilema de pimentel


Orion Teixeira
Orion Teixeira
orionteixeira@hojeemdia.com.br

24/01/2015

O governo Fernando Pimentel vive hoje um dilema e ainda não sabe o que fazer com o orçamento do Estado para este ano. Politicamente, a atual gestão decidiu, antes de tomar posse, não votá-lo e iniciar o mandato sem essa importante ferramenta administrativa. O argumento é que a peça orçamentária apresentada no final do ano passado pelo governo anterior estaria fora da realidade econômica e social do estado; claro, numa crítica aberta aos antecessores.

Tecnicamente, a medida teve fim mais rendoso neste difícil início de governo estadual e federal. Ficar sem orçamento, por exemplo, impede a administração de investir, de gastar. Só pode pagar o básico, o funcionalismo e o custeio da máquina por meio de duodécimos. Esse mecanismo traz economia mensal de cerca de 20%. Por causa disso, Pimentel deve esticar a corda até o início do segundo trimestre do ano. Enquanto não concluir a auditoria que determinou, em 90 dias, não mexerá no orçamento.

Aí começa outro dilema, que é uma verdadeira controvérsia legislativa: aprovar ou desaprovar o projeto de orçamento que tramita na Assembleia Legislativa desde o ano passado? Há uma corrente legislativa que garante que, por estar com a tramitação avançada (já passou por todas as comissões técnicas), a matéria não poderia mais receber emendas de deputados ou do próprio governo (autor), e só poderia ser colocada em votação no plenário da Assembleia para aprovar ou desaprovar. Desaprovação de orçamento seria algo inédito na história política e administrativa de Minas. Isso nunca aconteceu. Por outro lado, aprová-lo como está contrariaria o argumento usado por seu adiamento e que levou Pimentel a determinar auditoria nas contas públicas do Estado.

Outra corrente, mais flexível, acha que tudo é possível e que dependeria da canetada do futuro presidente da Assembleia, Adalclever Lopes (PMDB), que é aliado de Pimentel. Diante disso, não é descartada a hipótese de que, no mês que vem, o governo retire o atual projeto de orçamento e envie o seu próprio, atualizado à realidade que enxerga ou que ainda apura.

Tudo somado, a administração mineira poderá ficar sem orçamento por mais tempo do que imaginava, quatro, cinco meses, ou até o semestre inteiro. Resultado, economia forçada no Executivo, Legislativo e no Judiciário. Todo mundo gastando a conta do chá. Seria o primeiro pacto dos poderes, consensual ou não, para enfrentar os dias de crise.

Aperto traz receita para Minas

Apesar do aperto e do cenário de dificuldades, o pacote de Dilma tem dois aspectos positivos para a gestão de Pimentel. Em primeiro lugar, trará mais receita por meio do aumento de impostos, como o da tarifa da energia elétrica e o PIS/Cofins nos combustíveis, além do retorno da Cide (tributo cobrado embutido no preço dos combustíveis). Só com essa contribuição, Minas voltaria a receber R$ 300 milhões por ano, valor correspondente, por exemplo, a mais de 50% da folha salarial do funcionalismo.

Do ponto de vista político, o ajuste fiscal de Joaquim Levy (ministro da Fazenda) ainda concorre a favor de Pimentel, que poderá usá-lo como argumento para ganhar tempo e repactuar as grandes expectativas criadas por suas promessas de campanha e pela troca de comando entre rivais.

Chuvas continuam em quase todo o Estado neste domingo (25)

24/01/2015 17:08 - Atualizado em 24/01/2015 17:08


Hoje em Dia




chuvaOs mineiros que esperam por chuvas, uma forma de aliviar a crise hídrica vivenciada em todo o país, podem se preparar para mais precipitações neste domingo (25). De acordo com boletim do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), divulgado neste sábado (24), áreas de instabilidade atmosférica favorecem a ocorrência de pancadas de chuvas isoladas em grande parte do Estado.
A previsão é de céu parcialmente nublado com pancadas de chuvas e trovoadas isoladas no Noroeste, Central Mineira, Oeste, Sul/Sudoeste, Triângulo Mineiro/Alto Paranaíba, Campo das Vertentes, Zona da Mata e Grande BH. Nas demais áreas do Estado, o céu ficará parcialmente nublado.
As temperaturas, entretanto, vão permanecer elevadas, superando 30 graus em todas as regiões.
Na próxima segunda-feira (26), as chuvas devem continuar. Em Belo Horizonte, o céu deverá ficar parcialmente nublado com possibilidade de chuva em áreas isoladas.


PMRN apreende armas ostentadas por loira em fotos nas redes sociais

24/01/2015 12h19 - Atualizado em 24/01/2015 14h48

Armas estavam em residência em São José de Mipibu, na Grande Natal.

Dono da casa foi preso e adolescente de 16 anos apreendida.

Anderson BarbosaDo G1 RN
Em uma das fotos e jovem aparece ostentando duas escopetas semelhantes às que foram apreendidas (Foto: Divulgação/Polícia Militar do RN)Em uma das fotos a jovem aparece ostentando duas escopetas semelhantes às que foram apreendidas em São José de Mipibu (Foto: Divulgação/Polícia Militar do RN)
Um homem de 53 anos foi preso e uma adolescente de 16 anos apreendida na noite desta sexta-feira (23) suspeitos de posse ilegal de arma de fogo. Na residência em que moram, em São José de Mipibu, na Grande Natal, policiais militares encontraram três escopetas e um revólver. 
As armas longas, de acordo com o tenente Isaac Leão, são as mesmas que aparecem em fotografias que vêm circulando nas redes sociais. Nas imagens, repassadas ao G1 pelo oficial, é possível ver uma jovem ostentando duas escopetas semelhantes às que foram encontradas. Em outra fotografia, a moça ainda empunha um revólver.
"As escopetas são as mesmas. Uma delas, dá pra ver bem, é de fabricação caseira e tem cano duplo", observou o tenente. "Encontramos as armas dentro de uma residência na comunidade de Bairro Novo. Chegamos até elas depois de uma denúncia anônima enviada para o número (84) 9468-6860, que é da Polícia Militar em São José de Mipibu", acrescentou.
"O dono da casa disse que tinha conhecimento das armas escondidas na casa dele, mas negou saber de quem são. Insistimos, mas ele limitou-se a dizer que somente guardou as armas, mas que não sabe a quem pertencem", afirmou o oficial.
Loira é procurada
Quanto à jovem que aparece nas fotos, o tenente Isaac informou que ela não estava na casa, mas é procurada pela polícia. “Ao aparecer com as armas em punho, ela cometeu os crimes de porte ilegal de arma de fogo e apologia ao crime”, ressaltou.
Ainda de acordo com Isaac, as armas encontradas são três escopetas calibre 12 e um revólver calibre 38, todas com numeração raspada. Também foram apreendidas várias munições de ambos os calibres e uma quantia de aproximadamente 1.500 reais em dinheiro.
“Com a apreensão desse arsenal, acreditamos que haverá uma diminuição nos índices de roubos e homicídios no município”, afirmou o tenente. Participaram da ação policiais militares da Força Tática e da companhia da PM em São José de Mipibu.
Foram apreendidos três escopetas calibre 12 e um revólver calibre 38, além de munições de ambos os calibres e uma quantia de aproximadamente R$ 1.500 (Foto: Divulgação/Polícia Militar do RN)Foram apreendidos três escopetas calibre 12 e um revólver calibre 38, além de munições de ambos os calibres e uma quantia de aproximadamente R$ 1.500 (Foto: Divulgação/Polícia Militar do RN)

Polícia investiga se tiro que matou comandante de UPP partiu de PM

24/01/2015 17h03 - Atualizado em 24/01/2015 18h00

Policial teria acertado Uanderson acidentalmente durante confronto.

PMs entraram em contradição durante depoimentos na delegacia.

Do G1 Rio

A Polícia Civil do Rio investiga se o tiro que matou o ex-comandante da UPP Nova Brasília Uanderson Manoel da Silva, durante um confronto com traficantes em setembro de 2014, partiu de um policial. A informação foi publicada na edição da revista Veja deste sábado (24). A troca de tiros aconteceu no Conjunto de Favelas do Alemão.
Fontes da cúpula de segurança confirmaram àGloboNews que essa é a principal hipótese para explicar a morte do comandante da UPP Nova Brasília. Uanderson foi atingido por um tiro de fuzil nas costas, que entrou debaixo da axila e saiu pelo peito. O capitão era o primeiro da fila de PMs que entraram no beco onde ele foi baleado. Também chamou a atenção dos investigadores o fato de alguns PMs terem entrado em contradição durante depoimento na Divisão de Homicídios (DH). De acordo com a revista Veja, "pela exaustiva análise já feita da cena do crime, não restam dúvidas sobre o incômodo desfecho".
Segundo a reportagem, o PM que disparou contra Uanderson não o fez intencionalmente. Ele teria entrado em desespero durante o confronto com traficantes e acertado o comandante acidentalmente. Ele ainda não foi identificado.
Comandante da UPP Nova Brasília morreu após tiroteio (Foto: Divulgação Polícia Militar)Comandante da UPP Nova Brasília morreu após
tiroteio (Foto: Divulgação Polícia Militar)
Foram três meses de investigação da Divisão de Homicídios. Laudos periciais e a cena do crime foram analisados mais de uma vez. A Polícia Civil disse que vai fazer uma reprodução simulada sobre o caso.
A reportagem da Veja cita ainda que o chefe da Polícia Civil, Fernando Veloso, já informou o secretário de segurança, José Mariano Beltrame, do caso.

Tiro no peito
O capitão Uanderson Manoel da Silva, de 34 anos, morreu após ser alvejado com um tiro no peito na favela Nova Brasília, no Alemão. Segundo a polícia, o oficial participou de uma troca de tiros com suspeitos de pertencer ao tráfico de drogas da região.
Ele chegou a passar por uma cirurgia no tórax, mas não resistiu e morreu cerac de duas horas depois. Ele foi o primeiro comandante de uma Unidade de Polícia Pacificadora a ser morto em serviço desde o início do programa de pacificação de favelas, em dezembro de 2008. O conjunto de favelas do Alemão foi ocupado pelas forças de segurança em novembro de 2010.
Segundo a PM, o capitão Uanderson estava há 11 anos na Polícia Militar. Ele trabalhou no 14º BPM (Bangu), 15º BPM (Caxias) e 41º BPM (Irajá). O oficial comandava a UPP Nova Brasília desde junho. O PM era casado e tinha uma filha
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Ladrões não perceberam que ônibus levava 42 Militares do Exército, afirma general

Veículo com tropa foi assaltado no Paraná; soldado levou coronhada.

'Fizeram certo em não reagir, poderia ter gerado tragédia', diz comandante.

Tahiane StocheroDo G1, em São Paulo

Os três criminosos que invadiram um ônibus no Paraná não se deram conta que estavam rendendo e assaltando 42 soldados do Exército que combatem o tráfico de drogas no Rio, afirma o general Flávio Lancia, comandante da Artilharia Divisionária da 5ª Divisionária, no Paraná. Ele elogiou os militares por não terem reagido.
“Foi uma ação muito rápida, os ladrões estavam em busca de turistas que se dirigem à fronteira para fazer compras, queriam dinheiro. Perceberam que o grupo não tinha cara de turismo, não acharam nada de valor e terminaram a operação rápido”, diz o general.
Lancia explicou que os militares estavam em um ônibus civil contratado para fazer o deslocamento. Não havia escolta.

O grupo está sendo empregado há quatro meses na operação militar Rio de Janeiro e retornava para Curitiba para um período de descanso de alguns dias com a família.
O ônibus em que estavam foi bloqueado por um carro e invadido pelos criminosos na madrugada de segunda-feira (19) na BR-116, na região metropolitana de Curitiba. Ninguém reagiu e um soldado foi agredido com uma coronhada na cabeça.
“Eu acredito que os ladrões não perceberam que eram militares, achavam que era um ônibus de turismo. Não estávamos em uma operação, mas em um deslocamento civil, em um ônibus contratado para isso. Um soldado foi agredido, até por tática de intimidação dos bandidos. Sofreu um corte superficial na cabeça, mas está bem”, afirma Lancia.
Tropas militares fazem ronda em favela no Complexo da Maré durante as eleições deste domingo (05), no Rio de Janeiro (Foto: Leo Correa/AP)Militares Complexo da Maré (Foto: Leo Correa/AP)
Reação adequada
O Exército ocupa a Maré desde junho de 2014 em um processo de apoio ao governo do Rio de Janeiro para a pacificação da região. Em novembro do ano passado, o cabo Michel Mikami, de 21 anos, foi morto por traficantes com um tiro na cabeça.
Dentre os passageiros havia também oficiais, comandantes da tropa do Paraná na pacificação da Maré. 
Para o comandante, o grupo fez certo em não reagir pois a tentativa de render os criminosos poderia ter acabado “em tragédia”. Apenas um oficial tinha arma particular no ônibus, “que estava em uma bolsa guardada e não tinha como acessar fácil”.

“Tenho a impressão de que se portaram de maneira adequada, calmos e evitando o confronto e escalar mais a crise, foi o mais importante, pois não houve ferimentos graves e maiores problemas. Naquelas circunstâncias, uma tentativa de reagir e dominar os assaltantes poderia ter terminado em tragédia. Perderam os bens pessoais e, no mais, o resultado foi positivo”, defende o comandante.

Carro localizado
Os criminosos levaram alianças, dinheiro, relógios e celulares. Não foram roubados documentos e cartões de crédito. Segundo o general, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e as policiais do Paraná já localizaram o carro usado na fuga pelos ladrões e um menor de idade, suspeito de participar da ação, foi detido. O objetivo agora é recuperar o que foi levado, afirma o general Lancia.

Os militares assaltados integram o 20º Batalhão de Infantaria Blindada do Exército, localizado em Curitiba, e já estão há quatro meses atuando na Maré, onde a tropa é trocada pelo Exército a cada seis meses
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sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Ministros avaliam como 'desesperadora' situação de abastecimento de água

por Gerson Camarotti - G1

Apesar da cautela da ministra Izabella Teixeira em entrevista coletiva, ministros reunidos hoje à tarde no Palácio do Planalto chegaram, de forma reservada, a classificar de “desesperadora” a situação dos mananciais de abastecimento de água nos estados do Sudeste. Nas palavras de um dos integrantes da reunião, “o atual momento é muito crítico” em Minas Gerais, Rio de Janeiro e “especialmente em São Paulo”.

 
O governo federal já pressiona por um plano de contingência da Sabesp. Segundo avaliação feita nesse encontro, mantida a atual vazão da Cantareira, o reservatório que abastece parte da Grande São Paulo corre o risco de ficar sem água entre junho e setembro deste ano.
 
De forma periférica, foi analisada a situação energética. Apesar da preocupação, as chuvas no Sudeste trouxeram um alívio momentâneo. Isso porque o clima mais ameno deve reduzir o uso de eletrodomésticos, como ar condicionado, diminuindo a demanda no horário de pico.
 
Comandada pelo chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante, a reunião teve a participação dos ministros Izabella Teixeira (Meio Ambiente), Patrus Ananias (Desenvolvimento Agrário), Eduardo Braga (Minas e Energia), Gilberto Occhi (Integração Nacional), Nelson Barbosa (Planejamento) e técnicos de órgãos climáticos ligados ao Ministério de Ciência e Tecnologia.

Seguro-desemprego está 'ultrapassado' no país, diz Levy ao 'FT'

23/01/2015 13h28 - Atualizado em 23/01/2015 18h36

Ministro citou a necessidade de cortar subsídios para ajustar economia.

Recentemente, governo endureceu o acesso a benefícios previdenciários.

Do G1, em São Paulo

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, anuncia aumento de tributos nesta segunda-feira (19) (Foto: Agência Brasil)O ministro da Fazenda, Joaquim Levy
(Foto: Agência Brasil)
O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, afirmou nesta sexta-feira (23) que o atual modelo de auxílio-desemprego do país está "completamente ultrapassado". A declaração foi dada em entrevista ao jornal "Financial Times", no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça.
Em inglês, Levy utilizou a expressão "out-of-date" (em tradução livre, obsoleto ou ultrapassado) para se referir ao sistema de benefícios previdenciários. Ele citou a necessidade de "livrar-se de subsídios e ajustar os preços" como providências imediatas de sua política fiscal.
No fim do ano passado, o acesso a auxílios previdenciários como pensão por morte e seguro-desemprego ficou mais rigoroso após a edição de medidas provisórias. A medida pode ser considerada uma “minirreforma previdenciária”, parte do pacote do "período de austeridade" anunciado pelo ministro.
As novas regras para a obtenção do seguro-desemprego passam a valer a partir de março e podem restringir o acesso de mais de 2 milhões de trabalhadores, segundo cálculo do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
Em nota, o Ministério da Fazenda afirmou que a observação de Levy sobre a legislação do seguro-desemprego "teve como objetivo ampliar o debate pela modernização das regras desse benefício diante das transformações do mercado trabalho nos últimos 12 anos".
Crescimento econômico
Levy também reconheceu que o período de ajuste pode impactar no crescimento econômico. "Acredito que a economia parada não pode ser descartada como uma possibilidade, embora o PIB no Brasil seja resiliente", afirmou à publicação.
Ainda sobre a política de cortes e ajuste fiscal, o ministro acrescentou que "assim que sua equipe colocar a casa em ordem, a reação será positiva", referindo-se à necessidade de estimular a demanda e resgatar a confiança do mercado. Ele reconheceu, contudo, que as medidas anticíclicas tem suas limitações.
O ministro disse também que acredita que suas reformas estão em linha com as tendências internacionais, em particular as políticas para estimular a economia nos Estados Unidos e na China. "O mundo está mudando e é hora de o Brasil mudar", afirmou.
Sobre a presidente
Levy afirmou, ainda, que considera a presidente Dilma Rousseff uma pessoa "muito decidida e que entende suas escolhas".
O ministro disse ao jornal britânico que não está sozinho no governo, argumentando que outras reformas estão sendo feitas em outros ministérios do segundo mandato da petista, como de Energia e Agricultura
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Homem que prefere mulher por cima no sexo pode ter fratura no pênis

PESQUISA APONTA

Posição em que parceira fica de quatro é apontada como responsável por 29% das lesões

Dia do Sexo
Homem que prefere ter mulher por cima na hora do sexo pode ter fratura no pênis
PUBLICADO EM 22/01/15 - 21h28
Uma pesquisa realizada por cientistas da PUC de Campinas e da Unicamp descobriram que fazer sexo na posição em que a mulher fica por cima é perigoso para os homens. O resultado obtido será publicado na revista Advances in Urology, na edição de fevereiro.

Durante o estudo ficou constado que pode ser perigoso para o parceiro ter uma mulher com todo peso do corpo sobre o pênis ereto. Porém, se o homem ficar por cima, ele pode minimizar o risco.
Ainda de acordo com a pesquisa, a posição é culpada por metade de todas as fraturas penianas, que ocorrem durante o sexo. A posição em que a mulher fica de quatro é apontada como responsável por 29% das lesões. Pesquisadores descobriram ainda que as lesões obtidas por homens, quando eles estão em cima, chegam a 21%.
Os pesquisadores confirmaram 42 casos de fraturas penianas em três hospitais de Campinas ao longo de 13 anos. Todos passaram por testes específicos para descobrir qual a causa da lesão. Desses, 28 obtiveram fratura durante as relações heterossexuais, enquanto seis se machucaram se masturbando e quatro em relações homossexuais. Metade desses homens confirmaram ter escutado um estalo no momento da lesão.
A indicação é que os homens procurem por um médico assim que sentirem alguma dor nessa região. 

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